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2017/03/08
Risco País e Estudos Económicos

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2017/07/07
Risco País e Estudos Económicos

Mapa Mundial de Risco País e de Risco Sectorial

O segundo trimestre de 2017 assinala o recomeço para a Europa e a Rússia, e, no que se refere a sectores de actividade, para os sectores Automóvel e Agro-alimentar em vários países. A Zona Euro encontra-se numa conjuntura positiva, a disfrutar de condições de financiamento muito favoráveis de apoio ao investimento e no retomar da confiança das empresas. O número de insolvências encontra-se em redução em quase todos os países – Excepção feita para o Reino Unido (enfraquecido pelo abrandamento no consumo) e para a Bélgica (o quarto maior parceiro de negócios da Zona Euro).

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2017/29/06
Risco País e Estudos Económicos

Brexit: Apesar dos diversos choques, o Reino Unido mantem-se atractivo para as empresas.

Um ano após o referendo que ditou a saída do Reino Unido da União Europeia (UE), as empresas têm demonstrado uma resiliência apoiada no consumo interno (subida de 2,6% em 2016), condições de crédito favoráveis e uma forte procura global.

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2017/22/06
Risco País e Estudos Económicos

A Rússia emerge da recessão, mas dificuldades estruturais ameaçam o seu crescimento no médio prazo.

A diversificação da economia Russa, tornada necessária pela queda duradoura do preço do petróleo, terá de defrontar dificuldades estruturais que poderão ter efeitos potencialmente nefastos no seu crescimento a médio prazo. Vários sectores (Agro-Alimentar, Químico, Automóvel, entre outros) parecem beneficiar de uma retoma, que poderá contribuir para uma recuperação em 2017.

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2017/10/04
Risco País e Estudos Económicos

Novas Avaliações de Risco Sectorial e de Risco País em todo o mundo

A maior surpresa económica no arranque de 2017: o aumento do índice de confiança das empresas é perceptível, mas ainda não gerou um efeito positivo generalizado nas avaliações de risco dos países.

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2017/24/03
Risco País e Estudos Económicos

Insolvências em França : Um arranque de ano em conformidade com 2016, mas as incertezas políticas podem alterar a situação.

Em Janeiro de 2017 o nível de insolvências atingiu o seu valor mais baixo desde Setembro de 2012. No período de Fevereiro de 2016 a Janeiro de 2017, 58.031 empresas entraram em insolvência. Este valor corresponde a uma diminuição de -2,8% em relação ao mesmo período no ano anterior.

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2017/20/02
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Primeiro estudo sobre o comportamento de pagamento das empresas Brasileiras - 2016

O primeiro estudo sobre o comportamento de pagamentos no Brasil, efectuado junto de mais de 120 empresas e realizado pela Coface, revela que as mesmas ainda enfrentam um ambiente difícil. O ano 2017 está apenas no início, mas as previsões para o PIB são fracas. Apesar de ser esperada uma saída da recessão, o crescimento deve rondar meramente os 0,4%.

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2017/31/01
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2017: Um ano com riscos políticos e bancários para os países emergentes

Após dois anos consecutivos de crescimento mundial lento, perspectiva-se uma ligeira melhoria para o ano de 2017 (de 2,5% para 2,7%). Esta situação resultará da recuperação económica nos países emergentes (crescimento na ordem dos 4,1%), com as recuperações do Brasil e da Rússia a contrabalançar o abrandamento económico da China. Os países mais avançados vão registar um crescimento estável de 1,6%

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2017/19/01
Risco País e Estudos Económicos

Atrasos de pagamento das Empresas Polacas: Estudo sobre o comportamento de pagamentos aponta para uma frequência da prática.

O mais recente estudo sobre o comportamento de pagamentos efectuado pela Coface, confirma que a prática da venda a crédito é correntemente utilizada pelas empresas Polacas. Apesar da utilização do crédito a clientes se ter tornado comum, tal não significa que estes estejam a ser pagos atempadamente. O estudo da Coface revela que quase um quarto das empresas Polacas enfrentam atrasos que ultrapassam a data de pagamento limite, em pelo menos três meses. A tendência geral para o atraso nos pagamentos deverá começar a decrescer – Mas não de forma clara em todos os sectores.

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2016/22/12
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A Economia Alemã em 2017: Estável, mas não estabilizada

Os sinais do futuro desenvolvimento económico da Alemanha são promissores, com um elevado nível de estabilidade. As expectativas da Coface para um crescimento sólido são, por isso, uma pequena surpresa. Este ano espera-se que o produto interno bruto (PIB) cresça cerca de 1,8%. O crescimento para o próximo ano, de 1,7%, será apenas marginalmente inferior. O principal motor de crescimento será, uma vez mais, o consumo interno, basicamente impulsionado pelos níveis de emprego recorde, ou seja, excepcionalmente elevados.

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2016/07/12
Risco País e Estudos Económicos

Avaliações de risco sectorial revistas em 6 regiões do mundo

No final de 2016, as tendências globais de risco sectorial continuavam heterogéneas, incluindo as regiões que até agora foram relativamente poupadas pelo aumento do risco. Ao longo do ano, transversalmente nos 12 sectores avaliados em seis regiões do mundo, quase metade assistiu a mudanças nas suas avaliações. Registaram-se 23 agravamentos para 10 desagravamentos.

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2016/26/10
Risco País e Estudos Económicos

Aumento dos riscos políticos em países desenvolvidos: a espada de Dâmocles assombra as maiores economias da Europa

Os períodos de crise económica conduzem naturalmente a um aumento da incerteza política, e este aspecto é crucial na avaliação do risco dos países. A Europa tem vindo a demonstrar sinais claros de aumento dos riscos políticos desde 2011.

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2016/21/10
Risco País e Estudos Económicos

Avaliação de Risco País: novas reavaliações impulsionadas pelo choque Brexit e pela queda das receitas do petróleo

Um enorme nível de incerteza na economia global pesa sobre a saúde financeira das empresas. Dois grandes factores continuam a afectar esta situação.

Em primeiro lugar, o fraco nível do comércio global significa que uma forte recuperação do crescimento é pouco provável. Entre os países desenvolvidos – como os da Zona Euro, onde a procura interna permanece fraca. Em segundo lugar, o preço do petróleo continua a ser um tema dominante nas economias emergentes.

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2016/12/10
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A economia Francesa: pausa temporária no crescimento

A economia Francesa continua numa tendência positiva, apesar do Segundo Trimestre ter sido afectado por choques externos. As inundações na região da Ilha de França, causaram, no curto prazo, um abrandamento na actividade económica local. Contudo, no longo prazo, este factor irá desencadear uma recuperação no emprego, particularmente no sector da construção, onde as encomendas estão a aumentar rapidamente com as necessidades de reconstrução.

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2016/03/10
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Estudo sobre o comportamento de pagamento das empresas em Marrocos: os prazos de pagamento estão a dilatar, enquanto a economia nacional está a ab...

A taxa de crescimento de Marrocos abrandou em 2016, depois de registar um aumento de quase 4,5% em 2015. A queda de mais de 70% na produção de cereais, entre 2015 e 2016, irá provavelmente limitar o PIB do país para uma taxa de crescimento de apenas 2% este ano.

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2016/19/09
Risco País e Estudos Económicos

O sector agro-alimentar em África: um sector estratégico à mercê da natureza

Diversos factores favoráveis estão a impulsionar o sector, incluindo o aumento populacional, o aumento da procura por alimentos processados, os rendimentos per capita mais elevados e melhores capacidades de produção.

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2016/07/07
Risco País e Estudos Económicos

Apesar das crises persistentes, a África Subsariana apresenta oportunidades num espaço temporal até 2025

Fortemente afectada pelo abrandamento económico Chinês e pela queda nos preços das comodities, a África Subsariana apresentou os piores níveis de crescimento desde 2008

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2016/06/07
Risco País e Estudos Económicos

O risco corporativo mundial atinge níveis máximos

Desde o cenário de crescimento internacional anunciado pela Coface em Março passado, as perspectivas deterioraram-se ligeiramente e o crescimento permaneceu abaixo dos 3% em 2016, pelo sexto ano consecutivo. As empresas foram penalizadas por este cenário atónico ao “estilo japonês”: a ausência de escoamento de produtos e a fraca inflação reduz o poder de compra.

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2016/03/06
Risco País e Estudos Económicos

Está a economia Francesa definitivamente a melhorar?

Foram registados, entre Janeiro e Abril de 2016, um número de indicadores positivos para a economia francesa. O crescimento estável, que teve início em 2014 (+0.6% no 1ºT de 2016 face ao 4ºT de 2015) conseguiu ganhar um ritmo mais rápido, conduzido pelo consumo privado. As despesas do consumo privado (+1.2%) atingiram um número recorde desde 2004 e o investimento excedeu também as expectativas.

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2016/12/04
Risco País e Estudos Económicos

República Checa, Polónia, Chile e Tailândia perto de uma rápida recuperação nas exportações

Apesar da actual crise nos países emergentes estar a surpreender pela sua intensidade, com um corte no crescimento para metade, em cinco anos, e uma crescente exposição ao risco e à dívida, não se trata de um fenómeno isolado. Crises idênticas, observadas nos anos 90 do século passado, terminaram com uma repentina reviravolta na actividade económica, apesar de saídas massivas de capital e a ausência de recuperação do crédito bancário. Em média, estas economias emergentes atingem o seu nível máximo de produção em dois ou três anos, mesmo que o seu o crescimento permaneça baixo no longo prazo.

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2016/01/04
Risco País e Estudos Económicos

Actualização trimestral das Avaliações de Risco País da Coface

Apesar das economias emergentes terem registado uma ligeira recuperação no início deste ano (a Coface prevê um crescimento de 3.9% em 2016, depois de 3.4% em 2015 e 7.2% em 2010), o abrandamento nos países desenvolvidos (1.7% em 2016) está a perturbar o equilíbrio da economia global mais do que nunca. O crescimento não deverá exceder os 2.7% este ano.

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