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Riscos País e Sectorial no mundo: Sinais de risco aumentam no 2º trimestre

2018/16/07

O risco de crédito das empresas está a aumentar nas economias avançadas onde, após um início de ano marcado por uma perda de confiança associada ao aumento de proteccionismo, observa-se um abrandamento no crescimento (previsões de 2,2% para 2018 e 2% para 2019 nas economias avançadas; previsões de 2,1% para 2018 e 1,8% em 2019 para a Zona Euro). Deste modo, a Coface diminuiu a avaliação de Itália para A4, onde as empresas que estão particularmente endividadas e mais vulneráveis a um potencial agravamento das condições de crédito bancário. Os Estados Unidos destacam-se como a excepção, poupados desta fase de desaceleração (previsão de crescimento de 2,7% em 2018, após 2,3% em 2017).

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O sector metalúrgico no mundo: Preços continuam a aumentar em 2018, prevendo-se um possível declínio em 2019

2018/12/07

O sector metalúrgico tem desfrutado de uma tendência crescente nos preços e um aumento da procura desde meados de 2016. O crescente proteccionismo nos EUA e na Europa, juntamente com as medidas de retaliação da China, tiveram um impacto na confiança e nos investimentos das empresas – mas ainda não dificultam o crescimento económico. São esperadas várias tendências até ao final de 2019: os preço dos metais comuns devem subir, mas os preços dos metais ferrosos devem diminuir como resultado do excesso de produção

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Período eleitoral na America Latina: Os riscos políticos crescentes prejudicam a situação económica

2018/28/06

As eleições Presidenciais que se realizarão na Colômbia, no México e no Brasil nas próximas semanas e meses, visam abordar a insatisfação generalizada com os sistemas políticos em exercício na região. O índice de risco político da Coface mostra que as fragilidades sociais e a corrupção são os assuntos mais sérios. As incertezas políticas podem desencadear problemas como o declínio da igualdade, uma menor confiança das empresas e dos consumidores e atrasos nas decisões sobre investimentos e despesas

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Renegociações do NAFTA – poderá o “elevado-risco” da indústria automóvel do México, transformar-se numa crise?

2018/09/04

A indústria automóvel representa um papel importante na economia do México. A representatividade do sector aumentou de 1,5% do PIB do país e 8,5% da sua produção industrial em 1993, para 3% PIB e 18% de produção industrial em 2015. Além disso, o México tem 28 fábricas de veículos que geram, directa ou indirectamente, trabalho a 1.7 milhões de pessoas. A retórica do Presidente Donald Trump, desde o início da sua campanha eleitoral ainda não danificou o sector, mas os riscos intensificaram-se pelas renegociações do NAFTA e pela agenda eleitoral do México.

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