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Primeiro estudo sobre o comportamento de pagamento das empresas Brasileiras - 2016

2017/20/02

O primeiro estudo sobre o comportamento de pagamentos no Brasil, efectuado junto de mais de 120 empresas e realizado pela Coface, revela que as mesmas ainda enfrentam um ambiente difícil. O ano 2017 está apenas no início, mas as previsões para o PIB são fracas. Apesar de ser esperada uma saída da recessão, o crescimento deve rondar meramente os 0,4%.

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2017: Um ano com riscos políticos e bancários para os países emergentes

2017/31/01

Após dois anos consecutivos de crescimento mundial lento, perspectiva-se uma ligeira melhoria para o ano de 2017 (de 2,5% para 2,7%). Esta situação resultará da recuperação económica nos países emergentes (crescimento na ordem dos 4,1%), com as recuperações do Brasil e da Rússia a contrabalançar o abrandamento económico da China. Os países mais avançados vão registar um crescimento estável de 1,6%

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Atrasos de pagamento das Empresas Polacas: Estudo sobre o comportamento de pagamentos aponta para uma frequência da prática.

2017/19/01

O mais recente estudo sobre o comportamento de pagamentos efectuado pela Coface, confirma que a prática da venda a crédito é correntemente utilizada pelas empresas Polacas. Apesar da utilização do crédito a clientes se ter tornado comum, tal não significa que estes estejam a ser pagos atempadamente. O estudo da Coface revela que quase um quarto das empresas Polacas enfrentam atrasos que ultrapassam a data de pagamento limite, em pelo menos três meses. A tendência geral para o atraso nos pagamentos deverá começar a decrescer – Mas não de forma clara em todos os sectores.

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A Economia Alemã em 2017: Estável, mas não estabilizada

2016/22/12

Os sinais do futuro desenvolvimento económico da Alemanha são promissores, com um elevado nível de estabilidade. As expectativas da Coface para um crescimento sólido são, por isso, uma pequena surpresa. Este ano espera-se que o produto interno bruto (PIB) cresça cerca de 1,8%. O crescimento para o próximo ano, de 1,7%, será apenas marginalmente inferior. O principal motor de crescimento será, uma vez mais, o consumo interno, basicamente impulsionado pelos níveis de emprego recorde, ou seja, excepcionalmente elevados.

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